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Festival de Caracóis em Mora (Alentejo)
Entre 15 e 25 de Abril visite Mora
e saboreie receitas originais de caracol
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Festival do Caracol e da Sangria - Santarém 31 de Julho a 2 de Agosto
Começa amanhã o Festival do Caracol e da Sangria, que terá lugar na sede do CCFC da Portela das Padeiras, em Santarém.
Neste festival poderá deliciar-se com variadas receitas de caracóis acompanhadas com a deliciosa sangria, e terá também bar jovem e animação musical nas noites de Sexta e Sábado.
Festival do Caracol Saloio 2015 em Loures
O Festival do Caracol está de volta a Loures, entre 10 a 26 de Julho, para fazer as delícias dos amantes desta iguaria tipicamente portuguesa. Com entrada gratuita, o evento conta com dez tasquinhas, espectáculos diários, espaço de animação infantil e mostras de artesanato.
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Festival do Caracol Saloio 2015 em Loures |
Petiscos condimentados, animação de palco e de rua, exposições e artesanato do concelho são apenas alguns dos extras que completam o evento onde os gastrópodes são os protagonistas.
A nível internacional, o Festival entrou no livro do Guiness, em 2009, com o maior tacho de caracóis do mundo e, em 2014, o programa “Bizarre Foods”, do canal “Travel” fez um programa sobre o evento.
9º Festival do Caracol no Vale de Santarém

Além dos muitos petiscos no bar do recinto, onde nunca faltarão os deliciosos caracóis, o evento contará com a actuação de artistas de renome regional e nacional.
Na sexta-feira, às 20:30, terá lugar a abertura do festival sendo que a partir das 21:30 o Duo Novo Ritmo abrilhantará o baile pela noite dentro, apenas interrompido das 23:30 às 01:00 para actuação do cantor Sérgio Rossi.
Sábado abre às 13 e às 15:00 inicia-se a tarde radical com diversas actividades, e depois a noite iguala a de sexta, mas será a vez do grupo Geração XXI animar o baile e a cantora Nucha é a estrela convidada para actuar.
Sábado abre às 13 e às 15:00 inicia-se a tarde radical com diversas actividades, e depois a noite iguala a de sexta, mas será a vez do grupo Geração XXI animar o baile e a cantora Nucha é a estrela convidada para actuar.
No domingo, dia 28, as actividades começam logo às 10:00 com uma Caminhada pela vila, depois às 15:00 acontece a Tarde Infantil com insufláveis e às 18:30 será a mega aula de zumba com Silvana Patrício.
O baile de domingo contará com a actuação do Duo Daniel Matos e o encerramento do Festival será às 01:00
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CARTAZ DO 9º FESTIVAL DO CARACOL |
Festival do Caracol Saloio de 10 a 27 de Julho em Loures
Está de volta o evento por que muitos esperavam. O Festival do Caracol Saloio vai decorrer de 10 a 27 de julho, junto ao Pavilhão Paz e Amizade, em Loures.
Já é uma tradição e um ponto de passagem obrigatório para todos os amantes de caracóis. O evento irá contar com a presença de dez tasquinhas, acompanhadas de muita animação musical, nas quais poderá apreciar iguarias tão variadas como Feijoada de Caracoleta, Rissóis de Caracol, Caracoletas à Bulhão Pato, Pataniscas de Caracol, Ovos Mexidos com Caracoleta e Farinheira, entre muitos outros pratos criativos.
Artesanato e animação infantil são outras das atrações deste festival que decorre de segunda a sexta-feira, das 17h00 às 24h00, e aos fins-de-semana, das 16h00 às 24h00.
Consulte aqui o programa.
Nota: no âmbito da realização do Festival do Caracol Saloio, o parque de estacionamento junto ao pavilhão Paz e Amizade irá encerrar de 27 de junho a 1 de agosto.
Festival do Caracol no Vale de Santarém

Além dos muitos petiscos no bar do recinto, o destaque vai para a actuação de David Antunes e a Midnight Band, no sábado, 28, a partir das 22h00.
Antes, na sexta-feira, às 17h00, a abertura do festival fica marcada pela exibição, em ecrã gigante, do jogo Portugal - Gana, a contar para a última jornada da primeira fase do mundial de futebol. A partir das 21h30 atua o duo Novo Ritmo.
No domingo, 29, o ponto alto será a mega aula de zumba, prevista para as 21h30
Rua dos caracóis
Em Lisboa há uma rua que é sinónimo de caracóis. Ali, três restaurantes e uma casa de pasto dedicam-se a confeccionar um dos mais disputados petiscos de Verão. Do final de Abril ao início de Setembro, a chamada época dos caracóis, por ali passam milhares de clientes e toneladas de caracóis. Viagem à rua do Vale Formoso de Cima, a Meca dos caracóis.
Dele se diz que carrega a casa às costas, que é lento, que põe os pauzinhos ao sol. Para os franceses são escargots, para os italianos lumachi, iguarias gourmet servidas apenas em restaurantes de luxo. Em Portugal foram, durante anos, sinónimo de comida para as galinhas ou lesmas que arruinavam hortas e jardins. Mas os tempos mudaram. Hoje, os caracóis são sinónimo de Verão.Quando o calor dá sinais de vida, começa a época do caracol. Chega o final de Abril e começam a aparecer cartazes improvisados onde se lê ‘Há caracóis!’. Petisco apreciado de Norte a Sul do país, é, no entanto, de Lisboa para Sul que mais se consome. E é justamente na capital que se encontra o santuário dos caracóis, o recordista de vendas em todo o país: O Filho do Menino Júlio dos Caracóis, normalmente conhecido como Julinho dos Caracóis.
Este foi o primeiro restaurante a instalar-se no Vale Formoso de Cima, uma rua perdida na zona de Marvila, outrora dominada por fábricas como a JB Fernandes, o Baptista Russo e os CTT. Atrás de si, vieram outros restaurantes de petiscos – sendo o principal o caracol. No total, só nesta rua trabalham mais de 30 pessoas, resultado do negócio dos caracóis. Em comum têm todos os caracóis, mas também o facto de serem todos restaurantes familiares. Ali, pais e filhos trabalham lado a lado.
A aventura da família Rodrigues começou em 1958, quando Júlio tomou conta de uma taberna que vendia comida e carvão. «Lembro-me que, na altura, não havia quase nada nesta rua. Só víamos três carros na rua inteira», recorda o filho, Vasco, actualmente com 51 anos, que nasceu ali, na parte de trás da então taberna. Não sabe dizer como nem porquê o pai começou a cozinhar caracóis, mas lembra-se de ir «a Sintra apanhar caracóis que depois ele cozinhava». À data o petisco podia ser saboreado ali, num restaurante em Odivelas e noutro em Alcântara.
O negócio foi crescendo e, quando tinha 21 anos, aquele que é hoje conhecido como ‘rei dos caracóis’ tomou conta do restaurante. «No primeiro dia chorei o dia todo, com medo que não conseguisse estar à altura do meu pai». Mas estava: no ano passado fez obras e transformou radicalmente o restaurante – de 40 lugares passou para 310. Ainda assim, a casa continua a estar sempre cheia. «O que tinha de poupanças enterrei nestas obras, agora estou a começar do zero. Mas esta é a minha vida, estou aqui eu, a minha mulher e as minhas filhas, sou doido por isto! Tenho muito orgulho e vaidade nisto tudo. Cada vez há mais casas com caracóis, até nas pastelarias se vendem, mas nós mantemos sempre a mesma qualidade e o mesmo sucesso».
O sucesso vê-se sobretudo na rua, onde as pessoas esperam às dezenas por uma mesa. Chegam em famílias ou grupos de amigos. Alguns são caras bem conhecidas e têm as suas fotografias espalhadas pelas paredes, como o apresentador de televisão Fernando Mendes. Há clientes que aprenderam ali a gostar de caracóis, há outros capazes de comer 15 doses seguidas. Chegam de Lisboa, mas também vêm de propósito do Algarve, Leiria, Fátima e até de Paris. «Tenho um cliente português que vive lá e que já se meteu num avião só para vir comer um pratinho». Alguns clientes apenas visitam esta zona da cidade – paredes meias com Chelas – para comer os caracóis do_Julinho. É o caso de Bela, Manuel e a filha Lara, de seis anos. Desta vez trouxeram um amigo, o brasileiro Zé Roberto, de visita a Portugal: «Nunca tinha experimentado caracóis, foi a primeira vez», revela. «Mas ainda não cheguei a nenhuma conclusão sobre esta coisa de comer caracóis», brinca. A verdade é que, se são muitos os que não resistem a este petisco, outros não ultrapassam a repulsa inicial.
Alguns clientes procuram evitar as filas e vêm buscar para levar para casa, num dos baldes que o restaurante vende. «No final da temporada levo uns quantos baldes, congelo e depois vou comendo», conta Gabriela Santos, enquanto espera pelo seu balde com o filho mais jovem, de 22 meses, pela mão. «Ele também já come», conta.
Até os chineses já se renderam aos caracóis do Julinho. «Este ano estamos a ter muitos clientes chineses», conta Vasco Rodrigues. «Tiram fotos, ficam pendurados no balcão a ver como é que eu faço e, no outro dia, tive um grupo que me fez uma proposta de compra do restaurante. Disse que nem pensar!».
A força dos braços
O dia no Julinho começa logo às 10h, até porque o restaurante está aberto para o almoço. Pouco depois dessa hora, Fernanda Rodrigues, mulher de Vasco, começa a lavar caracóis, processo fundamental para assegurar o sabor do petisco. Só vai parar já a noite vai a meio, perto das 22h. «A minha mulher esteve 26 anos a lavar caracóis sem parar». Quando os braços não podiam mais compraram uma máquina que lava 15 quilos de cada vez. Ainda assim, depois de uma primeira limpeza na máquina, Fernanda passa os caracóis por água manualmente, enquanto tira folhas e outras impurezas que tenham resistido.
Durante a época do caracol, todos os dias (com excepção para a folga, à segunda-feira), às 16h, Vasco Rodrigues põe a primeira panela no fogão. São 30 minutos em lume brando, com os aromas a cebola, alho e sal a tomarem conta do espaço. A receita conta ainda com um segredo que data dos tempos do próprio Júlio. «O meu pai sempre me pediu para guardar o segredo e assim faço». A cada nova ‘fornada’ toca o sino para avisar os comensais que o petisco vai a caminho e começa a servir as doses. Até às 22h é difícil ver Vasco Rodrigues fora daquele metro quadrado em frente ao fogão. «Ao fim do dia nem posso com os braços. Às 22h cozo a última panela do dia, sento-me, como quatro ou cinco pratos de caracóis e bebo umas imperiais. À meia-noite é que janto. Faço isto todos os dias». Quando os caracóis terminam, na primeira semana de Setembro, fecha um mês para férias. Até lá passam pelas suas mãos toneladas de caracóis. «Nunca revelo as quantidades, foi outra coisa que o meu pai me ensinou». Ainda assim, segundo o fornecedor de Vasco, só no fim-de-semana passado foram ali entregues 500 quilos do molusco.
Viciado em caracóis
«Quando começámos, em 85/ 86, as pessoas só vinham ao nosso restaurante quando o Júlio estava cheio», assume Zélia Amaral, proprietária, juntamente com os pais, da Varanda do Vale Formoso, mesmo do outro lado da rua. Com o tempo foram ganhando o seu espaço e hoje também já atingiram as centenas de quilos por semana. Para este número muito contribuem clientes como Manuel Francisco Reis, 75 anos, fã deste petisco há mais de 50 anos. Vem mensalmente da Pampilhosa da Serra para visitar os filhos. «E para comer caracóis na Varanda!», assegura. Nunca come menos do que quatro ou cinco doses, mas já chegou a ultrapassar as dez. Quando regressa a casa leva sempre consigo um balde com cerca de dez doses. «É ao tempero que não resisto», confessa. A paixão pelos caracóis é tal que, no final da conversa, quando acede a uma fotografia, só pergunta: «Se for preso por causa desta coisa do jornal, jurem que me levam caracóis à prisão!». Zélia sorri. São clientes como Manuel que mantêm o negócio bem vivo e alheio à crise.
Caracoletas Vs. caracóis
Graça Saraiva, 51 anos, nunca na vida tinha comido caracóis quando se aventurou a cozinhá-los pela primeira vez. «Quando tentei fazer caracóis em casa dos meus pais eles de seguida deitaram fora o tacho tal era a má impressão que tinham deste bicho». Graça nem sabia ao que deveriam saber os caracóis, mas deixou-se guiar pelo instinto de cozinheira. Juntamente com o marido, lá conseguiu encontrar o tempero certo. «Os primeiros clientes foram uma espécie de cobaia», recorda.
Veio com o marido de Pinhel, na Guarda, para Lisboa, no arranque da década de 80. Já na capital, o marido trabalhou na restauração e Graça foi costureira, até se aventurarem num negócio próprio: descobriram um pequeno café no início da rua do Vale Formoso de Cima, transformaram-no na Cervejaria Germano e abriram portas. O sucesso não se fez esperar e hoje é frequente encontrar uma fila de espera que ocupa todo o passeio em frente ao restaurante.
Apesar de o espaço ser consideravelmente mais pequeno do que o Julinho é outro local desta romaria dos caracóis. Seis dias por semana, das 7h30 até ‘expulsar’ os últimos clientes, por vezes já depois da meia-noite, Graça Saraiva conduz o negócio sozinha com a ajuda das filhas, após a morte súbita do marido. A sua simpatia ditou que muitos deixassem de se referir ao restaurante como Germano e o apelidassem de Dona Graça. A Dona Graça das caracoletas. É que aqui, apesar da fama dos caracóis, são as caracoletas assadas as rainhas. Com limão, margarina, vinagre, sal e picante torna-se difícil resistir ao aroma cada vez que Graça Saraiva as retira do lume. Até para a própria: «Caracoletas ainda como muito, caracóis já me fartei».
Contrariar os gigantes
Bem lá ao fundo da rua, um toldo salta da fachada do número 94. Muitos do que nesta rua são habitués nem sequer sabem o que para ali se esconde. Fundada em 1991, a colectividade do concelho de Castro Daire é o David nesta luta de titãs. É a típica casa de pasto de bairro, com troféus e medalhas nas paredes, ponto de encontro para beber um café ou uma mini.
Há oito anos Dolores Monteiro passou a tomar conta da cozinha deste espaço. Já tinha passado dos 60 anos, as cinco filhas estavam criadas, pelo caminho tinha deixado o trabalho numa fábrica de sabão e outro como mulher-a-dias. A sua reforma e a do marido não eram suficientes, por isso aceitou o convite para tomar conta da casa de pasto.
Cozinheira de mão cheia, seguiu o exemplo dos outros restaurantes da rua e aventurou-se nos caracóis. «No primeiro ano saíam-me sempre mal, mas fui melhorando. O próprio Vasco, do Julinho, veio cá dar-me força. A verdade é que não sou concorrência, não posso combater os grandes lá de cima da rua», diz com um sotaque que ainda denuncia as raízes de Castro Daire, empoleirada no pequeno degrau em madeira que lhe permite chegar ao fogão.
Habituada a fazer petiscos como pica-pau ou moelas e a servir paio e queijo de Castro_Daire, quando chega a temporada do caracol começa o dia no quintal a lavar caracóis. Depois junta-lhes sal, alho, malagueta e Knorr e põe a ferver. Só faz uma panela de cinco quilos por dia. «Quando acaba, acaba». Entre os clientes mais habituais estão as forças da polícia que aproveitam uma pausa no serviço para por ali passar. «Já cheguei a ter oito motas da polícia aí paradas à porta», diz, orgulhosa. As caracoletas assadas são outro dos petiscos com saída.
Mesmo no pico da temporada dos caracóis, a casa de Castro_Daire parece um mundo à parte. Lá para cima, onde vivem os Golias desta rua, o rebuliço durará até à primeira semana de Setembro. Depois, acaba a época de caracol e tudo muda. Os restaurantes mantêm a porta aberta, é certo, mas a rua parece hibernar até ao ano seguinte. Em 2014, aos primeiros raios de sol do final de Abril, a romaria recomeçará. E talvez para o ano Vasco Rodrigues já tenha conseguido concretizar o seu mais recente sonho: «O que eu mais queria era que me deixassem construir um caracol gigante na rotunda». Na tal rotunda que até a polícia já rebaptizou informalmente de rotunda do Julinho dos caracóis.
sol.sapo.pt
Ele é o rei dos caracóis
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Belmiro Domingos dedica-se de corpo e alma à causa dos caracóis e quer constituir uma Confraria |
Belmiro Domingos dedica-se agora de corpo e alma à causa dos caracóis e quer constituir a Confraria dos ditos.
Belmiro Domingos é natural de Matos, freguesia de Cernache do Bonjardim, e está a promover a "Volta a Portugal em Caracol". Até 27 de Julho promove uma feira no jardim do Clube de Cernache. Depois vai para a Covilhã e para Viseu. Mas, entretanto, já levou este tipo de gastronomia a Aveiro e Coimbra.
A fama de cozinheiro exímio dos pachorrentos moluscos vem desde há cinco anos. Publicitário de longa data, Belmiro Domingos dedica-se agora à causa dos caracóis e pretende constituir a respectiva Confraria, a qual ficará sedeada em Cernache do Bonjardim (Sertã). "Neste momento estamos a preparar os estatutos e no próximo ano iremos anunciar a sua constituição", diz, enquanto adianta que outro dos seus objectivos "passa por abrir uma casa em Lisboa, onde haverá caracóis o ano todo, à semelhança do que acontece em França".
Para quem gosta de uma boa "caracolada" Belmiro Domingos apresenta 12 pratos diferentes, a saber: caracol tradicional, caracoleta grelhada, caracol frito (leva um molho de alho frito e louro que nos obriga a lamber as mãos), caracol à pescador, caracol de caril (preparado à semelhança do frango de caril), caracol à helicicultor, feijoada de caracol, escargot à francesa, caracol à D. Nuno Álvares Pereira, omeleta de caracol, fundue de caracol e para terminar uma sopinha dos ditos.
O segredo, diz, é "a maneira como se preparam. A limpeza é muito importante e tudo começa aí". Depois, acrescenta, "há que ter muita paixão, alguma inovação e uma boa dose de transpiração, que tudo isto obriga a muito esforço".
No entender de Belmiro Domingos, esse esforço está a ser recompensado. "Este evento que estou a promover no centro do país é o maior a nível nacional. A adesão está a ultrapassar as expectativas. Vem gente de propósito de Lisboa, Porto e de outros pontos de Portugal para provarem as nossas iguarias", reforça com orgulho.
Festival do Caracol Saloio de 13 a 29 de Julho em Loures
Costumam chegar à mesa na companhia da cerveja, ao final da tarde, numa esplanada qualquer. Podem vir temperados com orégãos, com molho de manteiga ou até em feijoadas. Mas é só para quem gosta - e se há petisco pouco consensual, é o caracol.
Para os fãs, o Festival do Caracol Saloio começa dia 13 em Loures e fica por lá até ao final do mês.
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Festival do Caracol Saloio - Loures |
Organizada pela Câmara de Loures, a 13.ª edição do festival começa amanhã à tarde, às 17h, e prolonga-se até 29 de Julho. Os visitantes têm dez tasquinhas à escolha para provar uma variedade de pratos cozinhados com caracóis e caracoletas.
Não falta imaginação para cozinhar o petisco: além dos tradicionais caracóis cozidos, há especialidades como a favada de caracoletas, os rissóis de caracol, o risotto de caracóis, a macedónia de caracoleta com maionese ou a caracoleta de caril. Da ementa consta também o pão de caracol, o bacalhau com caracóis e - a novidade - o bolo oficial do festival (a única especialidade que não tem caracóis).
E como não há festa sem música, a animação fica a cargo dos grupos Kris Rosa&Zé Carolino, Carlão, Trio Maravilha, Kamané, Banda Classe e Nelo Ribeiro, autor do hino do Festival do Caracol Saloio. No recinto do evento haverá um espaço dedicado aos mais novos, com actividades como slide, parede de escalada e pinturas faciais.
O festival tem também uma mostra de artesanato tradicional e urbano, com 50 expositores. O evento tem entrada gratuita e é realizado junto ao pavilhão Paz e Amizade.
Uma novidade em relação a anos anteriores é a parceria entre a Câmara de Loures e a empresa Rádio Táxis para a criação de uma pequena praça junto ao local do festival.
Os melhores locais para comer caracóis em Portugal
Com ou sem acessórios, mas sempre acompanhados de uma cerveja gelada e de uma fatia de pão, os caracóis são a alegria de qualquer final de tarde nos dias quentes de Maio a Agosto, numa esplanada perto de si! Quem diz caracóis, também não esquece a bela caracoleta, no tacho ou na chapa.
Orégãos secos, coentros frescos, piripiri, água e vinho branco são os condimentos mais usados na preparação do molho dos caracóis, mas as receitas e os segredos mudam de casa para casa, de tasca para tasca e de cervejaria para cervejaria. Contas feitas, Há Caracóis é um dos avisos mais notados nas montras de casa de pasto que se preze.
Os melhores locais para comer caracóis:
O Filho do Menino Júlio dos Caracóis (Lisboa)
Casa Primo dos Caracóis (Moncarapacho, Olhão)
Casarão dos Caracóis (Pereiro de Palhacana, Alenquer)
Casa dos Caracóis (Malveira)
Casa dos Caracóis (Setúbal)
Casa dos Caracóis (Odivelas)
Túnel de Santos (Lisboa)
O Navio (Santa Cruz, Torres Vedras)
Tico-Tico (Lisboa)
O Eduardo das Conquilhas (Parede, Cascais)
O Palhacinho (Faro)
Cervejaria O Buraco (Sines)
Café Restaurante O Mira (Viana do Alentejo)
O Lagar (Pechão, Olhão)
Restaurante Sepúlveda (Almeirim)
E Mais!
Café O Moinho (Queijas, Oeiras)
Café O Caracol (Montijo, Setúbal)
O Farol da Torre (Belém, Lisboa)
Café O Caracol (São Domingos de Rana, Cascais)
O Apeadeiro (Vale Formoso, Loulé)
O Pescador (Lisboa)
Fonte: expresso.pt (PAULO BRILHANTE)
Hoje comemora-se internacionalmente o Dia do Caracol !
Hoje comemora-se o Dia do Caracol, e como tal aproveitamos para vos mostrar uma curiosa tradição a esse respeito.
Trata-se de um evento que ocorre numa pequena localidade espanhola onde o caracol é homenageado em forma de banquete servido gratuitamente à população e aos visitantes.
Durante o Dia do Caracol, a Câmara Municipal de Riogordo (Andaluzia, Espanha) serve aos seus visitantes um total de cerca de 350 quilos de caracol cozido em molho (Caracol en caldo).
No ano passado, cerca de 5.000 pessoas visitaram este evento popular de Riogordo.
É servido um caracol terrestre típico na Axarquia (Andaluzia) e é preparado da maneira tradicional e servido a todos os visitantes de forma gratuita com azeitonas, cerveja e vinho da região.
Durante este dia, os visitantes também podem assistir a espectáculos de dança e músicos de rua.
Juntamente com este festival ocorre outro evento é comemorado em Riogordo, "La Feria de ganado" (A Feira do Gado), durante três dias baseada num antigo costume local para comprar e vender animais.
Riogordo é uma aldeia branca situada nas imediações das montanhas de Málaga (Axarquía), a 55 km de Nerja.
Clique no link para mais informações sobre o Dia do Caracol em Riogordo.
Clique no link para mais informações sobre o Dia do Caracol em Riogordo.
CARACOLETA BOURGUIGNON
Este aperitivo fácil de caracoletas recheadas com cogumelos vai fazer com que pareça que você foi escravo da cozinha durante horas. Ao usar caracóis em conserva, o seu tempo de preparação diminui drasticamente e permite-lhe desfrutar mais tempo com os seus convidados. Esta receita é uma tradição na região de Borgonha, em França.
Tempo de preparação: 10 minutos
Tempo de cozedura: 15 minutos
Tempo total: 25 minutos
Ingredientes:
- 6 colheres de sopa de manteiga
- 2 colheres de chá de cebolinha picada finamente
- 1 dente de alho esmagado e picado
- 1 colher de sopa de aipo bem picado
- 1 colher de sopa de salsa fresca picada fina
- ¼ colher de chá de sal
- 1/8 colher de chá de pimenta preta moída
- 12 cogumelos grandes, limpos com os removidos
- 12 caracoletas em conserva
Preparação:
Pré-aqueça o forno a 190º. Misture as 6 colheres de sopa de manteiga amolecida com a cebolinha, alho, aipo, salsa, sal e pimenta. Coloque uma colher pequena de manteiga de ervas e um caracol em cada concha do cogumelo, e depois unte o exterior do cogumelo com um pouco de manteiga de ervas. Disponha os cogumelos em um prato raso de cozimento e asse por 15 minutos. Sirva quente.
Rende 6 doses.
Veja aqui o vídeo da preparação das caracoletas com cogumelos
Festival de Caracóis
FESTIVAIS COM RECEITAS ORIGINAIS
Há diversas formas de confeccionar o caracol e aos interessados em conhecê-las aconselha-se uma visita à Festa de Porches, em Lagoa, ou ao Festival de Loures. A primeira realiza-se entre os dias 14 e 18 de Julho, no Polidesportivo de Porches, e terá ao dispor dos apreciadores e curiosos as diversas formas de confecção gastronómica destes gastrópodes.
O segundo, que decorre entre os dias 20 e 29 de Junho, junto ao Pavilhão Paz e Amizade de Loures, conta com a participação de várias tasquinhas que trabalham o caracol das mais diversas formas. Pataniscas de caracol, caracóis à Rossini, rancho ou chili de caracoleta são algumas das delícias oferecidas, a par das já conhecidas feijoadas de caracol ou de caracoleta, arroz de caracol, caracoleta à Bulhão-Pato ou do simples caracol cozido.
Ambos os eventos prometem muita música.
Há diversas formas de confeccionar o caracol e aos interessados em conhecê-las aconselha-se uma visita à Festa de Porches, em Lagoa, ou ao Festival de Loures. A primeira realiza-se entre os dias 14 e 18 de Julho, no Polidesportivo de Porches, e terá ao dispor dos apreciadores e curiosos as diversas formas de confecção gastronómica destes gastrópodes.
O segundo, que decorre entre os dias 20 e 29 de Junho, junto ao Pavilhão Paz e Amizade de Loures, conta com a participação de várias tasquinhas que trabalham o caracol das mais diversas formas. Pataniscas de caracol, caracóis à Rossini, rancho ou chili de caracoleta são algumas das delícias oferecidas, a par das já conhecidas feijoadas de caracol ou de caracoleta, arroz de caracol, caracoleta à Bulhão-Pato ou do simples caracol cozido.
Ambos os eventos prometem muita música.
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